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Qui, 07 de Janeiro de 2016 16:52

Teclado

Os instrumentos de teclas, tais como o cravo, o órgão e o piano surgiram durante o século XIV, bem antes da criação dos teclados ou pianos digitais. De fato, desde o início do século XX, os instrumentos de teclas já vinham ganhando constantes aperfeiçoamentos. Um exemplo disso foi a criação dos instrumentos eletromecânicos, como o Ondes Martenot, e dos órgãos eletrônicos, os quais passaram a usar osciladores e divisores de frequência para produzir formas de ondas.

O teclado surgiu nos anos 60 por meio do trabalho de Robert Moog, fundador da Moog Music Inc. Os primeiros teclados eram comercialmente inacessíveis, já que custavam mais de U$10.000. Além disso, eram muito grandes (do tamanho de uma parede), possuíam inúmeros cabos e eram muito ruins no quesito afinação.

Hoje em dia, os teclados possuem fantásticos recursos, como o visor LCD, o que facilita bastante seu manuseio, uma gama enorme de sons e efeitos, sem contar o fato de poderem ser conectados aos computadores, aspecto que abre possibilidade para uma exploração ainda maior de timbre.

Fonte: http://www.historiadetudo.com/teclado

 

A História dos teclados

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Fonte:

http://coisasdemusico.blogspot.com.br/2011/05/tecnologia-e-musica.html

Vamos falar de duas coisas que particularmente adoro, tecnologia e música, começando pela historia do instrumento coringa de uma banda, o teclado.
Os primeiros sintetizadores
ARP 2600 (ARP)

No fim dos anos 1960, progrediam as experiências com sintetizadores modulares que utilizavam circuitos controlados por voltagem, desenvolvidos pela Moog, ARP e Bulcla. Em 1970 foram lançados os primeiros sintetizadores monofônicos analógicos de pequeno porte. Nestes instrumentos, o som é produzido por intermédio de circuitos eletrônicos, os osciladores, que utilizam transistores.
Mini Moog Model D (Moog), ARP 2600 (ARP), Mini Korg (Korg)
Sintetizadores analógicos polifônicos com microprocessadores incorporados
Memory Moog (Moog)
No princípio da década de 1980, foram lançados os sintetizadores analógicos polifônicos, controlados por microprocessadores. Estes instrumentos passaram a utilizar a tecnologia dos chips, a qual permite que operações complexas sejam memorizadas, além de reduzir o peso e o tamanho do aparelho.
Memory Moog (Moog), Prophet V (Sequencial Circuits)

Sintetizadores analógico/digitais
ROLAND JX8P
Instrumentos que geram som a partir de circuitos analógicos mas são depois processados digitalmente, podendo-se editá-los e arquivá-los em diversos bancos da memória interna do mesmo, em fita K7 ou em outros tipos de dispositivos.
ROLAND JX8P e JD800, OBXA, Matrix 6, Matrix 1000 (Oberheim)
Sintetizadores FM
V50 (Yamaha)
A partir de 1990, a Yamaha introduziu no mercado, instrumentos FM com versão mais sofisticada chamada Advanced FM (AFM). Instrumentos como SY 22, SY 55, SY 77 e SY 99 são baseados nesta tecnologia e misturam ainda sons sampleados a 16 bits em ROM. A geração de som tipo FM consiste, basicamente, na produção de uma onda senoidal digital, que modula outra onda com as mesmas características da primeira. A moduladora recebe a designação de modulator, e a modulada passa a ser a carrier.
DX 7, DX 7 II, DX 21, FB01, TX 81Z, V50 (Yamaha)
Sintetizadores LA (linear arithmetic)
D 50
É um tipo de síntese subtrativa, que utiliza até quatro elementos para a produção de um som. Este tipo de tecnologia foi introduzida pela Roland, no teclado D50. Este instrumento combina takes de aproximadamente 200 milisegundos de 100 sons previamente sampleados (PCM em ROM), com sons sintetizados do mesmo tipo de oscilador que o do JX8P.
D 20, D 50, D 550, D 70 e MT 32 (Roland)
Sintetizadores VS (vector synthesis)
Wavestation (Korg)

A tecnologia VS foi desenvolvida a fim de possibilitar maior interação entre as formas de onda disponíveis em um instrumento. Baseia-se na gravação ou seqüenciamento por intermédio do joystick, passando-se de uma forma de onda para outra e variando assim, a sonoridade de um Patch. O resultado sonoro dos instrumentos que utilizam a tecnologia VS pode ser comparado a uma avalanche de timbres.

Prophet VS (Sequencial Circuits), Wavestation (Korg)
Samplers
S-770 (Roland)
Instrumentos, racks ou módulos que gravam digitalmente qualquer informação sonora aplicada na sua entrada de gravação. A faixa de freqüência (Audio-Frequency Bandwidth) dos sons sampleados digitalmente é determinada pelo sample rate, ou seja, o número de vezes por segundo que o som é sampleado.
S-50, S-330, S-550, W-30, S-770 (Roland), E-mu Emax HD, E-mu Emax II (Emulator), EPS (Ensoniq), S 1000 (Akai), TX 16W (Yamaha), Dynacord ADS (Dynacord)
Teclados e instrumentos modulares multitimbrais
SY 77 (Yamaha)
São instrumentos ou módulos que recebem em vários canais de MIDI simultaneamente, endereçando-se cada som para uma saída de áudio separada ou para a saída estéreo. O número de vozes disponíveis é distribuído conforme o número de notas que forem executadas em um canal de MIDI. No presente, praticamente todos os instrumentos de teclados, módulos e placas são multitimbrais.
Proteus 1XR, Proteus II (E-mu), M1, M1R, M3R (Korg), MT 32, MT 100, MV 30, D70, (Roland), K4 (Kawai), TG 77 e SY 77 (Yamaha)
Placas (interfaces) com som próprio
Sound Blaster Pro ASP (Creative Labs)
Devem ser instaladas em um dos slots do micro, e possibilitam grande versatilidade já que os sons dos instrumentos ficam embutidos. Desta forma, pode-se fazer uma apresentação de multimídia sem a necessidade de acoplar teclados ou módulos externos. Há no mercado placas que utilizam tecnologia LA, FM e Sampler. Esta última funciona como um sample player, ou seja, executa sons previamente sampleados em 44,1 ou 48 kHz em 16 bits. Em termos de fidelidade, esta é a única forma recomendável para se obter bons resultados diretamente do computador.

RAP-10, SC-7, SCC-1 GS (Roland), Sound Blaster Pro ASP (Creative Labs), Pro Audio Spectrum (Media Vision)



A evolução da música eletronica








A música também sofreu mudanças com a evolução tecnológica. Prova disso é o surgimento do ritmo eletrônico. A batida eletrônica tomou conta do cenário musical atual. Ela é escutada por pessoas de todas as idades, mas por principalmente jovens. O que dá um toque especial a ela é o chamado remix, uma técnica usada por DJs e editores musicais para deixá-la mais interativa. Alguns denominam esta geração que está surgindo como geração psy, substituindo a antiga geração coca-cola. Isto mostra o quanto à música eletrônica está presente na juventude em geral. Para quem não sabe, o psy é uma forma de música eletrônica de batidas rápidas (135 a 165batidas por minuto).A música eletrônica é nada mais nada menos que uma música criada por equipamentos eletrônicos através de softwares.
Krautrock e jazz fusion na década de 70 fez um estilo que revolucionou com sua banda umas espécie de musica eletrônica e robótica e com isso foram surgindo mais bandas e a revolução eletrônica estava virando o mundo naquela época varias bandas começam a ver o lado eletrônica da música como Tangerine Dreams, Can, Neu e Papol Vuh.
Não sei dizer ao certo se foi a primeira, mas com certeza o Kraftwerk revolucionou a cena musical na década de 70 com sua música totalmente experimental.
Acho super interessante quando vejo dessa banda e tirando sons de sintetizadores que eles mesmos construiram e percebemos a evolução da tecnologia aliada com a música.