Home Reflita Confissão de Credo
Confissão de Credo PDF Imprimir E-mail

Confissão do que cremos é a nossa Apologia e cremos em Deus, em Jesus o Cristo e no Espírito Santo.

Pessoas há que estranham adotar uma Igreja a Confissão de Credo como regra de fé, quando sustenta sempre ser a Escritura Sagrada sua única regra de fé e de prática.  A incoerência é apenas aparente. A Igreja coloca a Bíblia em primeiro lugar. É ela só que deve obrigar a consciência.

É também princípio fundamental da Igreja que toda autoridade eclesiástica é ministerial e declarativa; que todas as decisões dos concílios devem harmonizar-se com a revelação divina.  A consciência não se deve sujeitar a essas decisões se forem contrárias à Palavra de Deus.

Ainda outro princípio da mesma Igreja é que os concílios, sendo compostos de homens falíveis, podem errar, e muitas vezes têm errado.  Suas decisões, portanto, não podem ser recebidas como regra absoluta e primária de fé e prática; servem somente para ajudar na crença ou na conduta que se deve adotar.  O supremo juiz de todas as controvérsias, em matéria religiosa, é o Espírito Santo falando na e pela Escritura.  Por esta, pois, devem-se julgar toda e qualquer decisão dos concílios e toda e qualquer doutrina ensinada por homens.

Admitir-se a falibilidade dos concílios não é depreciar a autoridade da Confissão de Credo para aqueles que de livre vontade os aceitem.  Admitindo tal, a Igreja somente declare que depende do Autor da Escritura, e recebe a direção do seu Espírito na interpretação da Palavra e nas fórmulas de aplicar suas doutrinas. A Igreja sustenta que a Escritura é a suprema e infalível regra de fé e prática; e também que a Confissão de Credo contém o sistema de doutrina ensinado na Escritura, e dela deriva toda a sua autoridade e a ela tudo se subordina.

É justamente porque cremos que a Confissão de Credo está em harmonia com as Escrituras, nossa regra infalível, que os aceitamos.  Não existem, pois, na Igreja, duas regras de fé, mas uma só, suprema e infalível.  As outras fórmulas são subordinadas e falíveis, necessárias para a pureza, governo e disciplina da Igreja. Assim a experiência de muitos séculos o tem demonstrado.

Quando um ministro cooperador ou um membro não consegue entender que isso deverá ser seguido a Risca pelo Pastor Fundador daquela visão, da qual a Confissão de Credo faz-se a Apologia das Escrituras , gera muitos conflitos porque quer implantar, mudar ou reformular algo que não entende ser original e Regra Pétrea.

Podemos dizer que há muito tempo a Igreja Local vem se perdendo por ter uma Regra de Confissão totalmente modificada por objetivos diferentes  de nosso Deus. O eu do homem conflita com o EU SOU de Deus e è por isso que muitos estão doentes ministerialmente, ricos e soberbos e o povo que os segue, desorientado , cegos e coxos, pois são conduzidos por sistemas religiosos e não por Deus.

Pr. Luciano