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O Amor de Deus pelo Homem caido!
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3. Por Cristo! Deixe-me suplicar a cada pessoa séria, uma vez mais, para fixar sua atenção aqui. Tudo que tem sido dito; e que poderá ser dito sobre esses assuntos, centrado neste ponto: A queda de Adão produziu a morte de Cristo. Ouça, oh céus; e dê ouvidos, oh terra! Sim, que a terra e céus concordem; que os anjos se juntem para celebrarem comigo, o Salvador da humanidade; para adorarmos o Cordeiro todo conciliador; e darmos graças pelo som do nome de Jesus!

Se Deus tivesse impedido a queda do homem, 'O Verbo' nunca teria sido 'feito carne'; nem nós teríamos, alguma vez, 'visto sua glória; a glória como a do Unigênito do Pai'. Esses mistérios nunca teriam sido expostos, 'os quais', até mesmo 'os anjos desejaram conhecer'. Parece-me que esta consideração supera todo o restante, e nunca deverá estar fora de nossos pensamentos. A menos que 'o julgamento de um homem tivesse levado todos os homens à condenação', nem os anjos, nem os homens teriam, alguma vez, conhecido as riquezas insondáveis de Cristo'.

4. Veja, então, disto tudo, quão pouca razão temos para lamentarmos a queda de nosso primeiro pai; uma vez que, disto, nós podemos obter tais vantagens inexplicáveis, ambas no tempo e na eternidade. Veja que pretexto pequeno existe para questionarmos a misericórdia de Deus, em permitir que aquele evento acontecesse; já que, neste sentido, a misericórdia, através de graus infinitos, regozija-se sobre o julgamento. Onde, então, está o homem que pretende culpar a Deus, por não impedir o pecado de Adão? Nós não deveríamos, preferivelmente, dar graças a Ele, do fundo de nosso coração, porque nisto está colocado o grande plano da redenção do homem, abrindo caminho para a gloriosa manifestação de Sua sabedoria, santidade, justiça e misericórdia? Se, de fato, Deus tivesse ordenado, antes da criação do mundo, que milhões de homens pudessem habitar no fogo eterno, porque Adão pecou, centenas ou milhares de anos, antes que eles tivessem uma existência, eu não sei quem poderia agradecer a Ele por isto, a não ser o diabo e seus anjos: vendo que, nesta suposição, todos aqueles milhões de espíritos infelizes seriam mergulhados no inferno pelo pecado de Adão, sem receber qualquer ganho possível disto. Mas, abençoado seja Deus, que este não seja o caso. Tal decreto nunca existiu. Ao contrário, todo aquele nascido da mulher pode ser um ganhador inexplicável, por meio disto: E ninguém, alguma vez, foi, ou será um perdedor, a não ser por sua própria escolha.

5. Vemos aqui uma resposta completa para aquela plausível consideração sobre a origem do mal, proclamada ao mundo, desde então, e que se supõem ser sem explicação: Que 'necessariamente resultou da natureza da questão, que Deus não pôde alterar'. Não se trata, nas palavras doces deste orador, de desculpar a Deus! Não existe realmente qualquer chance disto, porque Deus respondeu por Si mesmo. Ele criou o homem à sua própria imagem; um espírito capacitado com entendimento e liberdade. O homem, abusando desta liberdade, produziu o mal; trouxe o pecado e a dor para o mundo. Este Deus permitiu, com o objetivo de uma manifestação completa de sua sabedoria, justiça, e misericórdia, conceder a todos os que fossem recebê-lo uma felicidade infinitamente maior do que possivelmente poderiam ter obtido, se Adão não tivesse caído.

 

6. 'Ó a profundidade das riquezas, ambas da sabedoria e do conhecimento de Deus!'. Embora milhares de pormenores de 'seus julgamentos e de seus caminhos sejam insondáveis' a nós, ainda assim, podemos discernir o plano, através do tempo para a eternidade. 'De acordo com o conselho de sua própria vontade', o plano ele estabeleceu, antes da criação do mundo; Ele criou o pai de toda humanidade em sua própria imagem, e permitiu a todos os homens serem feitos pecadores, pela desobediência daquele único homem, para que, pela obediência de um homem, todos que recebem o dom livre pudessem ser infinitamente mais santos e felizes para toda a eternidade.

[Editado por Bob Westfall, estudante da Northwest Nazarene College (Nampa, ID), com correções por George Lyons para a Wesley Center for Applied Theology.]